Ecologia da Restauração

Marina Vergara Fagundes

Ciência aplicada à restauração de ecossistemas nativos

Restauração de Caatinga Compensação Ambiental Ecologia Funcional

Duas décadas de pesquisa de campo transformada em soluções técnicas para recuperar áreas degradadas e sustentar decisões de compensação ambiental com rigor científico.

Vamos conversar
Marina Vergara Fagundes
Sobre

Uma trajetória construída no campo, não só na literatura.

Marina Vergara Fagundes constrói sua carreira na linha de frente da ecologia da restauração — entre o campo, o laboratório e a sala de aula — tendo a Caatinga como principal território de investigação há mais de 10 anos.

É Doutora em Ecologia pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN, 2020), com período de doutorado-sanduíche na Technische Universität München, na Alemanha, sob orientação do Prof. Dr. Wolfgang Weisser. É Mestre em Ecologia pela mesma universidade e bióloga formada pela UNISINOS (RS). Recebeu o prêmio de melhor tese do Programa de Pós-Graduação em Ecologia da UFRN.

Atualmente é pós-doutoranda no Laboratório de Ecologia da Restauração (LER/UFRN) e professora colaboradora dos cursos de graduação e pós-graduação em Ecologia. É vice-coordenadora do PELD-RESA, sítio brasileiro da rede mundial de experimentos TreeDivNet, conduzido há mais de nove anos para entender como a biodiversidade sustenta a restauração de ambientes semiáridos — coordenando, entre outras frentes, equipes de campo de até 30 pessoas.

Sua pesquisa investiga como estratégias funcionais e interações entre plantas — especialmente relações de facilitação — podem acelerar e consolidar a restauração de florestas tropicais sazonalmente secas. Esse conhecimento hoje orienta também sua atuação como consultora técnica em projetos de recuperação de áreas degradadas e compensação ambiental.

Filosofia

Restaurar é mais do que plantar.

Ciência Cada decisão de restauração apoiada em dados e delineamento experimental, não em intuição.
Território Espécies e técnicas escolhidas a partir da realidade ecológica local, não de modelos genéricos.
Comunidade Formação de pessoas e fortalecimento de redes de sementes nativas como parte da solução.
Resultado Monitoramento de longo prazo para garantir que a floresta restaurada realmente se sustente.
Áreas de atuação

Onde ciência e restauração se encontram.

Uma base de pesquisa consolidada, com frentes de trabalho em expansão para novos biomas e novas aplicações.

Restauração de Caatinga

Técnicas testadas em quase uma década de pesquisa de campo no semiárido brasileiro.

Ecologia funcional

Atributos funcionais de plantas como base para prever sucesso e resiliência da restauração.

Facilitação entre plantas

Interações positivas entre espécies usadas para acelerar a recomposição de comunidades.

Delineamento & estatística

Planejamento experimental e análise de dados em linguagem R aplicados a projetos reais.

Formação e capacitação

Cursos técnicos para gestores, comunidades e coletores de sementes nativas.

Biomas semiáridos e tropicais

Experiência de campo em Caatinga, Cerrado e florestas tropicais sazonalmente secas.

Compensação de carbono

Aplicação do conhecimento em restauração a projetos de compensação de carbono.

Frente em expansão

Fungos & restinga

Interação planta-fungo e restauração de restinga como novos territórios de pesquisa.

Frente em expansão
Consultoria

Compensação ambiental com base científica, não com planilha genérica.

Para empresas que precisam recuperar áreas degradadas, cumprir exigências de compensação florestal ou apresentar resultados técnicos consistentes a órgãos ambientais e auditorias — Marina traduz quase uma década de pesquisa de campo em planos de restauração que funcionam no solo real, não só no papel.

Diagnóstico

Leitura técnica da área degradada e do contexto ecológico local.

Plano de restauração

Espécies nativas e desenho experimental sob medida para o bioma.

Implantação

Acompanhamento técnico da execução em campo.

Monitoramento

Indicadores de sucesso e relatórios para conformidade ambiental.

Como funciona

Uma sequência técnica, não um pacote genérico.

Seis etapas conduzidas na ordem em que a restauração realmente acontece no campo.

01

Diagnóstico

Levantamento do histórico da área, solo, vegetação remanescente e exigências legais.

02

Plano técnico

Definição de espécies nativas, densidade de plantio e estratégias de facilitação entre plantas.

03

Banco de sementes

Estruturação de fontes de sementes nativas, com ou sem apoio de redes comunitárias.

04

Implantação

Execução acompanhada tecnicamente, com protocolos replicáveis.

05

Monitoramento

Coleta de dados de campo e análise estatística da evolução da área restaurada.

06

Relatório e conformidade

Documentação técnica pronta para órgãos ambientais, auditorias e certificações.

Diferenciais

O que sustenta cada projeto conduzido.

Rigor científico

Doutora em Ecologia (UFRN), com tese premiada como a melhor do programa.

Publicação internacional

Coautora em estudos internacionais de larga escala, incluindo publicação na Nature Communications.

Revisora de periódicos

Avalia artigos para revistas como Restoration Ecology e New Phytologist.

Experiência de campo real

Quase uma década conduzindo pesquisa e restauração em campo, não só em laboratório.

Formação de pessoas

Já capacitou coletores de sementes, gestores e comunidades locais.

Rede internacional

Parcerias de pesquisa no Brasil e na Alemanha (TUM), ampliando referências técnicas.

A natureza não se restaura sozinha por acaso.
Ela se restaura porque as espécies certas encontram, umas nas outras, a chance de sobreviver.
Restaurar é recriar essas relações.

Vamos conversar.

Para projetos de restauração, consultoria em compensação ambiental ou parcerias de pesquisa — o primeiro passo é entender a área e o desafio real.